18 janeiro, 2009


"Sempre que se sentisse perdida nos infinitos desertos da insônia, ela iria dedicar-se de novo ao filamento labiríntico de sua vida, desde o princípio, para ver se poderia descobrir em que momento os caminhos se haviam tornado confusos".


Anaïs Nin - Uma espiã na casa do amor




3 comentários:

Dally Schwarz disse...

Eu ainda não lí nada dela, mas a trilogia do henry miller, tem um tempo, me interessa.
vamos conversar sim, e estou botando pilha pra marilu voltar pra uerj tb.
Ontem foi niver dela e conversamos sobre isso.
beijos!

Mah disse...

hei. q belo post.
já disse q a faixa oliva fikou ótima? então era a cor msm.

mil bjos.

Mah disse...

ah, e a ft é tua, obvimente, né?