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Objeto do Sonho: Ondas
Significado:
Fortes: mudanças positivas em sua vida.
Fracas: cuidado com aventuras de amor ou negócio arriscado.
Objeto do Sonho: Tiros
Significado:
Ouvi-los: incompreensões.
Levar tiros: melhoras na vida.
Atirar em alguém: problemas.
17 dezembro, 2009
oneiros pop
08 dezembro, 2009
18 agosto, 2009
premonitório I
sonho: por 2 noites seguidas sonhei que a casa de maricá tinha espíritos. eu tinha que fechar as janelas, mas elas voltavam a abrir logo em seguida.
pesadelo: fomos visitar a casa e eis que ela havia sido arrombada. pelas janelas, que estavam escancaradas.
08 agosto, 2009
I had a dream...
24 abril, 2009
tijuca is the new etna
10 abril, 2009
capítulo 22
previously on LOST...
29 dezembro, 2008
Pitty, Alcatraz e o Dr. Coelho
enfim, hoje eu lembrei de mais um velho sonho delirante... aliás, hoje foi um dia delirante, mas isso não vem ao caso.... Numa bela madrugada, bem antes daquele clipe da pitty, eu sonhei que estava internada em um manicômio que, curiosamente, era a cadeia de Alcatraz, em San Francisco, Califórnia. eu já estive lá, vi a cela do Al Capone e tudo isso...
Cena 1 - estou dentro de uma camisa de força sendo carinhosamente levada por dois caras pra dentro do lugar, quando vejo um médico que definiria como um coelho com a cara do John Malkovich (esse aí marca presença até em sonho underground). aí ele me mostrava um relógio e dizia algo como 'o tempo não existe'. qualquer (des)semelhança com alice é mera coincidência, porque vocês já devem saber que eu tenho medo desse filme e nunca consegui ver até o final... mas então, como faz muuuuito tempo mesmo, eu só me lembro de outra parte, que vou chamar de
Cena 2 - eu amarrada na maca, gritando. uma enfermeira diz que eu tinha que ficar amarrada porque tinha tentado me matar, e mostrou meus pulsos cortados... ok, mais um lapso de memória e estamos na
Cena 3 - eu fugindo pela rampa externa de Alcatraz, achando muito estranho aquela fuga ter sido tão fácil, quando começo a sentir meus pés ardendo MUITO (daqueles sentimentos beem reais). quando eu olho pra trás, percebo que o chão estava repleto de cacos de vidro, yaay! aí eu acordo com aquela dor bonita nos pés e novas ardências super-realistas nos pulsos/punhos (como preferirem). a verdade é que eu estava sonhando que estava sonhando, então eu ainda estava amarrada na cama quando vi o coelho Malkovich me cortar com cacos de vidro!!!
o lance é eu vender minhas idéias no dia do sonho. porque eu fiquei muito bolada de ver uma parada super-original na mtv sem ganhar uma maracugina que fosse. tudo bem que eu ainda posso ligar pro John pra sugerir esse papel, acho que ele ainda não fez esse....
08 dezembro, 2008
it´s my life... (ou: o episódio Bon Jovi)
Já que estou num momento nostálgico, postando coisas do passado e tudo isso, e aproveitando o post do Raul, o Cortez, pra completar o álbum eu quero botar aqui um outro sonho muito interessante que eu tive com John Francis Bongiovi, por volta de 2000 d.C. Na verdade, foi só com a música dele.
Estava eu no meu sofá, lendo, achando que estava sozinha em casa. Escuto barulhos vindo do meu quarto e vou dar uma olhada pra ver o que é (eu sempre quero ver o que é... seria uma das primeiras a morrer em um filme de terror. Aquela que a gente pensa: "ô retardada, foge", mas ela vai lá, sozinha e desarmada). Mas, pra minha sorte, era só a minha mãe, com cara de zumbi trocando a lâmpada do meu quarto, e o
meu avô, com uma cara de zumbi, sentado na minha cama de costas pra mim, me olhando e virando a cabeça 360º, estilo Regan MacNeil.
Muito calmamente (not), eu tentei achar um telefone pra ligar pra alguém. Que sorte, havia uns cinco por ali! O primeiro que eu peguei era, na verdade, uma calculadora. O segundo era de brinquedo, da hello kitty. Os outros não funcionavam... e o último era o aparelho que tinha aqui em casa mesmo. Peguei pra ver se dava linha. Até dava. Mas não era a "linha" convencional. Ao invés de 'tuuu', eu ouvi 'it´s my life, is now or never. I ain´t gonna live forever'.
tsán. Aí eu comecei a chorar. Não é todo dia que vc ouve Bon Jovi, assim, no seu telefone residencial. Eu não conseguia falar com ninguém e nem fugir de casa, enquanto meus parentes zumbis vinham andando até mim. Quando eu fui secar as lágrimas, elas pareciam cola, e quando eu puxava, meu rosto saía junto. Tudo muito bonito! Aí eu acordei exatamente no mesmo sofá, lendo, achando que estava sozinha em casa...
28 novembro, 2008
o episódio Raul Cortez

ACHTUNG!!! post imenso e sem moral da história, recomendo pular.
Sabe quando a gente tem um sonho MUITO REAL, e tentamos com todas as forças contar pra alguém toda a impressão de como aquilo foi uma experiência extracorporal, mas tudo o que recebemos de volta é um "ahan, eu já tive isso" que nunca parece o bastante?! Então.
Naquele dia que não gravei qual foi, eu morri. Dizem que sonhos de morte são comuns, mas eu nunca tinha morrido oniricamente, sempre que ia morrer, eu acordava. Enfim, nesse sonho eu estava na cama de um hospital, dizendo pra minha mãe não se preocupar porque "eu sabia mesmo que iria morrer cedo". Realmente, eu sempre tive essa impressão, mas uma cartomante disse que não deve ser assim (aah, ufa). Aí, eu morria. Eu pegava um ônibus que passava muito rápido por lugares escuros, com ar avermelhado e borrado e com cachorros bem raivosos e toda essa definição meio dantesca/clichê de inferno...
Mas, depois eu estava de volta ao hospital, perambulando pelos corredores e me perguntando se eu tinha mesmo morrido. Pra conferir, tentei falar com alguém, testar se eles me viam. O que se pergunta nessas horas? "Onde é o banheiro, por favor?!!!"
Um cara respondeu "É lá embaixo". Muito agradecida eu comecei a descer ali mesmo, atravessando o chão na minha imaterialidade de gasparzinho, pensando em como eu deveria ter sido mais boazinha pra usar o banheiro do andar de cima. Cheguei num banheiro mesmo, onde umas garotas conversavam e colocavam seus collants e polainas (na época, eu tava fazendo jazz).
Elas não me viram, então eu disse o que só eu poderia dizer: "oi, eu sou nova por aqui!". Bom, como eu geralmente dou sorte, ao invés de rasgarem as lycras de rir, elas me acolheram e disseram "anda, vamos pro palco".
no palco, um professor mandava a gente se alongar... as madeiras tinham farpas e pregos que estavam me machucando... quando reclamei, ele respondeu algo que me arrepia até agora pelo 'mó' sentido que faz: "você ainda está muito ligada ao seu corpo na Terra. É assim mesmo, com o tempo e os exercícios isso passa".
Bom, comecei a conversar com ele, pedi ajuda, perguntei se poderia ver a minha avó ('por enquanto, não'), se eu iria trabalhar ('por enquanto, não') e - debochem muito da minha nerdice -se lá tinha faculdade de artes ('!!!não da forma que você imagina!!!').
Ele me deixou sozinha e... o que eu fui fazer?! Assombrar os vivos, óbvio! Fui atrás do meu namorado, que nem sabia que eu tinha morrido e, pra agravar o caso de descaso, estava num show de rock!!!! tudo bem, amor, eu faria o mesmo pelo show da Avril... (pra evitar a minha própria difamação, tava implícito, mas isso foi uma ironia). Eu tentava falar com ele, acenar, fazer ventinho, passar por dentro dele e nada... so much for comunicação interespiritual, hein?! zero sintonia, amor! mas eu te amo assim mesmo, é que o som tava alto, as vibrações da percussão do slipknot eram insuperáveis... (apesar de alguns acharem coerente, não teve ironia nessa do slipknot, a gente gosta mesmo, e daí?!).
Aí é que o negócio ficou louco. Eu sempre gostei da terceira idade, tenho uma paixão por velhinhos e amo amo amo, quase todos eles. E foi justamente um dos mais amáveis senhores globais que veio me receber, junto com um comitê de desconhecidos (eu não reconheci nenhum dos outros, apesar de já ter comparecido a alguns enterros...). Raul Cortez, caros amigos, me dá as boas-vindas com uma caixa de vinhos (!). Claro que eu pensei "como raios vou tomar vinho nessas condições", mas lembrei bem do meu apego ao meu corpo na Terra e ele gostava muito de um 'bebo socialmente'. Olhei pra caixa e pensei: "nossa, esse vinho é do bom!", como se eu fosse exímia enochata, quando na verdade sou do tipo garrafão de dois reais. Mentira. Eu sou finapracaralho, como já dizia o emoticon.
Aí, eu tentei procurar a minha avó maravilhosa mas, obviamente, quando chega na parte interessante, sonho acaba - senão não é sonho, é aquilo que a gente fecha os olhos, imagina e acredita forte que é.
Acordei e chorei muito. Não acreditava que eu estava realmente viva. Me senti tendo uma segunda chance e entrei naquele papo de que "passei a ver a vida de outra forma" até a semana seguinte, quando voltei ao estado bipolar este lado para baixo.
18 fevereiro, 2008
"Ai, que absurdooo!!!!"
Uma noite eu sonhei que me apaixonava por um cara, mas eu não via o rosto dele. até aí, um sonhozinho barato, mas.... ele era um mergulhador. e não tirava aquele treco da cabeça.


